Descrição do projecto

Projecto: Triptic 00Categoria: Performance, Poesia Visual, VídeoPeríodo: Setembro 2006Evento: Simpósio Nodar Pushing the Medium #2

A ideia deste projecto partiu de outro mais geral que seria desenvolvido em Valença do Minho, Portugal e que aqui se adapta a Nodar.Duração: 3 dias. (Cada uma das partes desenvolve-se num desses dias).

1ª parte: Poesia VisualDurante este primeiro dia prepara-se o cenário=aldeia para o percurso posterior. Modificam-se espaços, adaptam-se outros. Poesia visual em diferentes lugares da aldeia.

2ª parte: PercursoÉ criado um pequeno mapa de Nodar com o percurso que se irá seguir durante esse dia. Nesta parte serão realizadas pequenas acções em diferentes lugares baseadas nos rituais de enterro, casamento, nascimento… Para isso é necessário escolher pontos estratégicos onde essas acções aconteçam.Numa das paragens animam-se os habitantes da aldeia à criação conjunta de um poema sonoro sobre os sons da sua infância e outro, que contrasta com o anterior, sobre os sons que escutam hoje em dia.

3ª parte: Vestígios / DesolaçãoApenas restam vestígios e desolação. Soam as vozes dos habitantes de Nodar. É reproduzida a gravação do dia anterior.

Silvia Zayas | EspanhaVive em León. Jovem poetisa (quer escrita, quer visual / sonora), tradutora de poesia e artista performativa (dança e teatro). Publicou já alguns livros de poesia como “Autonocturnidad” e “Somos Estacionarios” e alguns dos seus poemas foram incluídos em antologias de poesia e revistas literárias (Espanha, Portugal, Israel). Nos anos recentes concebeu e dirigiu diversas performances teatrais (algumas baseadas nos seus próprios textos) como “Se me Alarga la Danza”, “El Mientras del Teatro”, “Chovernos” e “análisiS O Secuencias”. Sílvia participou ainda em acções performativas de rua ligadas à Amnistia Internacional e a movimentos anti-globalização e é uma das coordenadoras do projecto de rádio experimental “Radio Tutuguri”.

[/fusion_builder_column][/fusion_builder_row][/fusion_builder_container]